
Vinícius Rosa · criador do Quantor
Minhas ideias de investimento
Opero na bolsa há 20 anos. E o que mais pesou nesse caminho não foi achar a ação certa: foi aprender a perder pequeno, a largar o apego, a aguentar o tédio e a não confundir sorte com método. É disso que eu escrevo aqui.
E as frases que todo investidor já ouviu, colocadas à prova nos dados: quando eu estou certo, eu mostro; quando não, também.
Mentalidade
Perder pouco é uma habilidade, não um fracassoUma regra simples errou em 63% das trocas em 20 anos de B3 e ainda passou o CDI. O segredo estava no tamanho das perdas, não na quantidade.Ler o artigo"Vai voltar": a frase que mais destruiu patrimônio na bolsaOlhei 326 ações da B3 que caíram metade do topo em 20 anos. Poucas voltaram rápido, e quase metade ainda chegou a cair 80%.Ler o artigoQuem perde 50% precisa ganhar 100%: a matemática que ninguém fazPerda e ganho não andam na mesma régua. Quanto mais fundo o buraco, mais alta a escada para sair dele, e mais tempo ela leva.Ler o artigoA dor de perder pesa o dobro do prazer de ganharA cabeça sente a perda com mais força do que o ganho do mesmo tamanho. Na bolsa, isso faz você vender cedo o que sobe e segurar o que cai.Ler o artigoEsperança não é estratégia"Vou esperar voltar" parece paciência. Os números de 20 anos de B3 mostram quanto essa espera costuma custar.Ler o artigoO ego não deixa você sairSair de uma posição perdedora é admitir um erro. Por isso tanta gente prefere perder dinheiro a perder a razão.Ler o artigoPerda pequena é o aluguel da lojaNenhum comerciante chora por pagar aluguel. Na bolsa, a perda pequena tem a mesma função, e os números mostram por quê.Ler o artigoO investidor que não aceita perder é o que mais perdeParece contraditório, mas quem foge de toda perda pequena acaba carregando as maiores. Testei isso ação por ação, em 20 anos de B3.Ler o artigoA ação não é sua esposaAção é veículo para fazer dinheiro, não casamento. Quem confunde as duas coisas costuma ver o lucro antigo virar pó.Ler o artigoEstar perdendo não significa estar erradoUma regra simples terminou no prejuízo em 63% das trocas em 20 anos de B3 e ainda passou o CDI. Resultado ruim e decisão ruim são coisas diferentes.Ler o artigoSua carteira vai cair quase metade do tempo. E isso é normalEm mais de 30 anos de Ibovespa, quase metade dos dias fechou no vermelho. Até a ação que multiplicou o dinheiro por 60 caiu em metade dos pregões.Ler o artigoGanhar dinheiro na bolsa é chato. E é assim que tem que serUma regra que olha o preço uma vez por mês e passou quase metade do tempo parada no CDI rendeu mais do que segurar tudo. Emoção não entrou na conta.Ler o artigoA coisa mais difícil da bolsa é não fazer nadaOs maiores dias de alta do Ibovespa vieram colados aos piores. Quem reagiu no pânico costumava pegar a queda e perder a volta.Ler o artigoO tempo é o maior aliado do investidor. E o mais ignoradoOlhando 1 mês, o Ibovespa esteve no prejuízo em 41% das vezes. Olhando 10 anos, em nenhuma. Mas o tempo tem letra miúda, e ela importa.Ler o artigoO ciclo emocional do investidor: euforia, medo, pânico e desistênciaTodo mundo passa pelas mesmas quatro estações. O problema não é sentir. É decidir no meio da tempestade.Ler o artigoPor que as quedas doem mais do que as altas alegramA bolsa sobe de escada e desce de elevador. E a sua cabeça conta a descida em dobro. Entender a conta ajuda a não decidir no susto.Ler o artigoPor que a maioria desiste da bolsaQuase ninguém sai por falta de oportunidade. Sai porque mediu a bolsa na janela errada e não aguentou o tempo que ela pede.Ler o artigoVai ter dia que a bolsa vai te destruir por dentroOs piores dias da bolsa brasileira já tiraram 15% num pregão só. Eles vão voltar. O que decide o seu resultado é o que você faz no dia seguinte.Ler o artigoAceitar a incerteza: ninguém sabe o que vem amanhãNem eu, nem o analista da TV, nem o gringo. Quem ganha na bolsa não é quem adivinha. É quem tem um plano para quando errar.Ler o artigoPlano antes de entrar: as 4 perguntas que você responde antes de comprarO que, quando comprar, quando vender e quanto. Se uma delas fica em aberto, quem decide na hora é a emoção, não você.Ler o artigoDisciplina brutal: quanto custa "esperar mais um pouco" para sairMedi em 20 anos de B3 o que acontece com quem demora um mês para obedecer a própria regra de saída. A pior queda foi de −20% para −33%.Ler o artigoConfiança de verdade nasce da preparação, não do resultadoQuem só confia quando está ganhando perde a confiança na primeira queda. Quem estudou antes já sabia que a queda vinha.Ler o artigo90% mente, 10% métodoA regra cabe numa linha e qualquer um aprende numa tarde. O difícil é cumprir quando o medo, o ego e a esperança começam a falar.Ler o artigoO azar de muitos investidores é ter começado com sorteSorteei 4.000 carteiras de cinco ações da B3. As que voaram no primeiro ano foram, no segundo, praticamente iguais a qualquer outra.Ler o artigoA fase boa é o momento mais perigosoDepois de uma sequência de acertos, o investidor não freia. Acelera. E é aí que o risco entra sem pedir licença.Ler o artigoO investidor que dura é o que cresce no caosResistir à crise não basta. Quem fica anos na bolsa é quem sai de cada pancada melhor do que entrou. E os piores anos mostram por quê.Ler o artigoA maioria não ganha porque não está disposta a pagar o preçoNão falta técnica nem conteúdo. Falta aceitar a conta que a consistência cobra. E ela é mais emocional do que parece.Ler o artigoSe você não treinar a mente, o mercado vai te quebrarMétodo sem cabeça não dura até a primeira queda. Lucro, prejuízo, lucro, prejuízo: é assim que se anda na bolsa.Ler o artigoPerder para vencer: a mentalidade de sobrevivênciaNa bolsa, a primeira vitória é continuar no jogo. Quem aprende a perder pequeno é quem fica tempo suficiente para ganhar grande.Ler o artigo
Ideias testadas nos dados
Saber ficar fora do mercado é uma habilidade. Agora com 20 anos de númerosTestei, ação por ação, o que aconteceu com quem saía quando a tendência virava e deixava o dinheiro no CDI.Ler o artigo"Olha o gringo": o que o fluxo estrangeiro realmente diz sobre a bolsaTestei com 4 anos de dados da B3 se o saldo do investidor estrangeiro avisa para onde o Ibovespa vai.Ler o artigoEsperar o P/L cair faz você perder o bonde? O que 15 anos de dados dizemSeparei as ações da B3 entre baratas e caras pelo P/L e cruzei com a tendência do preço. O resultado é mais interessante que a frase.Ler o artigoCaiu de R$ 30 para R$ 5 não quer dizer que está barataOlhei 132 ações da B3 que caíram 80% do topo. Só 8% voltaram ao preço antigo em cinco anos, e mais de um terço ainda caiu para −95%.Ler o artigoPare de olhar a cotaçãoOlhando todo dia, a bolsa fica no vermelho quase metade das vezes. Olhando de longe, o vermelho encolhe. O mercado é o mesmo; o que muda é a sua janela.Ler o artigoO maior inimigo do investidor cabe na palma da mãoO celular vende print de dia bom e pressa de operar. Os números mostram o que o giro faz com o retorno, e o que um ano bom diz sobre o próximo.Ler o artigoDividendo não é dinheiro extraO dividendo sai do preço da ação e entra na sua conta. Os números mostram quando pagar muito ajudou, e quantas vezes o yield alto era só uma armadilha.Ler o artigoO preço segue o lucroNo longo prazo, a ação anda atrás do lucro da empresa. Mas os números mostram um detalhe incômodo: quando você vê o lucro, o preço já andou.Ler o artigoNão é o martelo que faz a ação subirMedi 20 anos de candles na B3. O martelo ficou abaixo de um pregão qualquer. O que andou junto com o preço foi o lucro.Ler o artigoO setup mágico do YouTube (e o robô) não existeTestamos 596 setups, candles, gaps e efeitos de calendário em 20 anos de B3. Nenhum passou no teste completo.Ler o artigoSe você precisa operar o dia inteiro, está no jogo erradoMedi o que o giro faz com o retorno. Os setups que mais operaram ficaram no fim da fila, e cada custo por troca tirou um pedaço do ano.Ler o artigoTrader de pinga-pinga: por que realizar cedo corta o ganho que paga tudoComparei 4.047 entradas em 20 anos de B3: realizar no +20% ou deixar correr até a tendência virar. A diferença estava nos ganhos grandes.Ler o artigoEntrar é fácil. Difícil é saber a hora de sairMedi três jeitos de errar a saída em 20 anos de B3: sair cedo no lucro, sair tarde na perda e vender porque bateu máxima.Ler o artigoRegra de saída se escreve antes de entrarDepois que a ação cai, a cabeça vira advogada da posição. Medi em 20 anos de B3 o que muda quando a saída já estava escrita.Ler o artigoBotar todo o dinheiro num papel sóSorteei 2.000 carteiras na B3 e segurei por 5 anos. Com uma ação só, 1 em cada 3 terminou perdendo dinheiro. Com dez, menos de 1 em 10.Ler o artigoDiversificar demais é andar de lado?Sorteei carteiras de 5, 10, 20 e 40 ações na B3. De 20 para 40, quase nada mudou. Mas o motivo não é o que a frase faz parecer.Ler o artigoBuy and hold cego é irresponsabilidadeSegurei, uma por uma, 437 ações da B3 desde 2006. A ação típica rendeu bem menos que o CDI. O problema não é o longo prazo. É o "cego".Ler o artigoO investidor de longo prazo dura até a primeira porradaTodo mundo é de longo prazo enquanto a bolsa sobe. Medi as grandes quedas do Ibovespa desde 1995 e quanto tempo cada uma levou para passar.Ler o artigoA curva que só sobe, até descer tudoToda estratégia tem um período em que parece perfeita. A pergunta que importa é outra: o que ela faz no pior momento dela?Ler o artigoRentabilidade passada não garante futuro. Eu testei de olhos vendadosGuardei dez anos de dados numa gaveta trancada e deixei as estratégias vencedoras provarem que eram boas. Quase nenhuma provou.Ler o artigoFundo e topo: quem tenta acertar é engolidoComprar o que despencou e vender o que disparou parece esperteza. Os dados da B3 mostram que, quase sempre, é o contrário.Ler o artigoToda ação é ótima até o risco sistêmico chegarEm 2008, 92% das ações líquidas da B3 caíram no ano. Quando o mercado inteiro vira, a empresa boa cai junto com a ruim.Ler o artigoNotícia, fórum e Google: você está sempre atrasadoQuando a manchete chega até você, o preço já andou. E os dados mostram que correr atrás do pulo do dia costuma sair caro.Ler o artigoSeguir dica de guru é operar no escuro com a lanterna dos outrosTestei as regras de Graham, Bazin, Barsi, Buffett, Lynch e Greenblatt em 15 anos de B3. Algumas funcionaram. O ponto é outro.Ler o artigoSeu assessor e o fundo de ações: as perguntas que quase ninguém fazO problema raramente é a pessoa do outro lado da mesa. É quem paga o salário dela. E isso muda o que chega até você.Ler o artigoPor que a análise fundamentalista da pessoa física quase sempre falhaTestei P/L baixo, P/VP baixo e EV/EBITDA em 15 anos de B3. O balanço ajudou. Sozinho, olhando para trás, ele enganou muita gente.Ler o artigoA maior ilusão da bolsa: o mercado não é tão eficiente quanto dizem, nem tão burro quanto você queriaO que vinha caindo continuou caindo. Mas o mesmo mercado que deixa rastro também apaga quase todo atalho fácil. Os números das duas coisas.Ler o artigoO mercado não faz sentido: os maiores dias de alta acontecem no meio das quedasOlhei 30 anos de Ibovespa dia a dia. Os melhores pregões vieram colados aos piores, quase sempre na mesma semana ou no mesmo mês.Ler o artigo"Viver de bolsa"? O plano é o mesmo, a data de início decide o destinoR$ 1 milhão no Ibovespa, sacando R$ 8 mil por mês. Começando em 2008, o dinheiro acabou. Começando em 2016, virou R$ 2,6 milhões.Ler o artigoSe até o porteiro está falando da ação, o perigo é outroTestei 205 ações "da moda" na B3. Elas não renderam pior que as outras. O risco mora em quem entra no fim, sem regra nenhuma.Ler o artigoSeguir o dinheiro em vez de prever o futuroNa B3, as ações que mais caíram em 12 meses seguiram ruins no mês seguinte. As que mais subiram, seguiram boas. O preço já conta onde o dinheiro está.Ler o artigoCiclo certo e ciclo erradoLucro melhorando com preço subindo rendeu +9,7% ao ano na B3. Lucro piorando com preço caindo, −4,6%. Os dois juntos dizem mais que cada um sozinho.Ler o artigo
O que a base mostra
A ação típica da B3 perdeu do CDI em 20 anosSegurei, no teste, cada uma das 437 ações líquidas da B3 desde 2006. A média rendeu +0,7% ao ano. O CDI do mesmo período, +10,5%.Ler o artigoO viés de sobrevivência: o que some das contasTodo teste feito só com as ações listadas hoje esquece quem quebrou e quem foi comprado. Refiz as contas com as duas turmas de volta, e o resultado mudou.Ler o artigoAs ações que saíram da bolsa renderam mais que as que ficaramDas 437 ações líquidas da B3 desde 2006, 179 saíram. Segurar essas rendeu +3,7% ao ano. Segurar as que ficaram, −1,3%.Ler o artigo"Comprar no pânico": o que veio depois dos picos de medoOlhei os 14 episódios em que o Ibovespa caiu 20% ou mais do topo desde 1995. Na maioria das vezes, quem comprou ali foi bem. Mas o fundo nem sempre estava ali.Ler o artigoDiretor comprando ação da própria empresa avisa alguma coisa?Testei na B3 a ideia de seguir as compras de quem está dentro da empresa. A diretoria comprando rendeu +0,7% ao ano, abaixo do CDI.Ler o artigoValor justo sozinho não diz quando comprarMedi o valor justo em 723 ações da B3 de 2011 a 2025. As muito abaixo dele renderam menos que a ação típica. O que fez diferença foi a direção.Ler o artigoCustos e imposto: quanto o giro come do seu retornoA mesma regra, nos mesmos 20 anos de B3, rendeu +13,2% ao ano sem custo e +10,0% pagando 1% por troca. Cada clique tem preço.Ler o artigoQuantas ações ter na carteira? O ponto em que mais uma quase não ajudaSorteei 2.000 carteiras da B3 por 5 anos. De 1 para 10 ações o risco de desastre despencou. Depois de 20, quase não mudou mais.Ler o artigo
Do livro O Investidor de Fluxo
Quem movimenta o mercado (e por que você não é o protagonista)Na B3, a pessoa física fez 12,9% do volume desde 2022. O estrangeiro, 57,2%. Entender isso muda o jogo que vale a pena jogar.Ler o artigoO caminho de menor resistência: por que o preço anda para onde ninguém está querendo sairAção que sobe tem pouca gente esperando para vender no zero a zero. Ação que cai tem uma fila. Os números de 20 anos da B3 mostram a diferença.Ler o artigoRacional, emocional e irracional: as três forças que mexem no preçoO lucro desenha o caminho de anos. O medo e a euforia fazem os dias de −15% e +18%. E o "caiu, está barata" completa o estrago.Ler o artigoLiquidez: a ação que você não consegue venderAções pouco negociadas não renderam mais nem menos em 20 anos de B3. O risco delas não aparece na média: aparece no dia em que você precisa sair.Ler o artigoVolatilidade, o velocímetro do mercadoEm 20 anos de B3, as ações mais calmas renderam +15,3% ao ano e as mais agitadas, −3,7%. Velocidade alta não levou mais longe: levou ao barranco.Ler o artigoComo dividir a carteira olhando o risco, não só o retornoNa B3, as ações mais calmas renderam mais e caíram menos que as mais agitadas. E o número de papéis mudou o tamanho do desastre, não a média.Ler o artigoO preço anda antes do lucroNa B3, quando lucro e preço apontaram para lados opostos, quem seguiu o preço se saiu melhor. O balanço conta o passado; o preço aposta no futuro.Ler o artigoQuando tudo cai junto: correlação e criseEm 2008, 92% das ações líquidas da B3 caíram no ano. Na crise, ter muitas ações ajuda pouco; o que ajudou foi o que andou para o outro lado.Ler o artigo
Frases da bolsa, testadas
"Sell in May and go away" vale na B3?No Ibovespa, maio a outubro foi o semestre mais fraco. Mas, testada como regra, a vantagem veio do CDI alto, não de maio. E sumiu na prova cega.Ler o artigo"Janeiro define o ano"? O que 30 anos de Ibovespa respondemJaneiro acertou a direção do resto do ano em 20 de 30 anos. Parece muito, até você ver quanto acertaria quem chutasse sempre alta.Ler o artigo"A bolsa sobe em ano de eleição"? O que as sete eleições disseramOlhei o Ibovespa em todos os anos de eleição presidencial desde 1995. A média ficou perto de zero. E sete casos é muito pouco para virar regra.Ler o artigo"Small caps rendem mais"? O que 20 anos de B3 mostram sobre as pequenasSeparei as ações da B3 em cinco grupos, da menor à maior empresa. As menores não renderam mais. Caíram muito mais.Ler o artigo"Dólar alto, bolsa cai"? O que 256 meses de dólar e Ibovespa mostramCruzei o dólar e o Ibovespa mês a mês desde 2003. A frase é das poucas que os dados confirmam. Mas ela descreve o mês, não avisa o próximo.Ler o artigo"Selic subindo derruba a bolsa"? O que quase 20 anos de juros mostramSeparei os meses de juro subindo e de juro caindo desde 2007. A diferença foi grande. Mas o rótulo só aparece depois que o movimento começou.Ler o artigoDia de queda forte: oportunidade ou aviso? O que os dados dizem da "faca caindo"Medi o que as ações da B3 fizeram depois de cair 5% e 10% num dia, desde 2006. A ação que despenca costumou continuar caindo. E a que dispara costumou devolver.Ler o artigo"Ação que paga dividendo protege na queda"?Comparei, nas crises da B3, as ações de maior dividendo com o resto. Em três de quatro caíram menos. Em uma, caíram mais. E nenhuma deixou de cair.Ler o artigo"O rali de fim de ano existe"?Olhei 31 dezembros do Ibovespa. Dezembro foi, em média, melhor que um mês qualquer. Mas um em cada três dezembros caiu, e a média esconde muita coisa.Ler o artigo"Setor perene é mais seguro"?Comparei os setores da B3 em 20 anos. Energia elétrica caiu menos. Saneamento, perene igual, caiu 60%. E telefonia, que todo mundo usa, foi o pior de todos.Ler o artigo"A bolsa sempre sobe no longo prazo"?Em pontos, o Ibovespa quase sempre subiu em 10 anos. Contra o CDI, a história é outra: nestes 20 anos, a bolsa média brasileira perdeu da renda fixa.Ler o artigo"Segunda-feira é dia ruim na bolsa"?Separei 30 anos de pregões do Ibovespa por dia da semana. A segunda foi, sim, levemente pior. Tão levemente que o custo de uma operação apaga a diferença.Ler o artigo
Outros mercados
FII com P/VP baixo: barganha ou armadilha?Olhei 14 anos de FIIs líquidos da B3. O fundo barato contra a própria história rendeu mais, mas quase tudo veio do momento, não do fundo.Ler o artigoFII com dividend yield no topo: o rendimento se sustenta?Separei os fundos imobiliários que pagavam mais que quase todos os outros. Em 12 meses, renderam menos da metade de um FII qualquer.Ler o artigoEUA ou Brasil: o que 20 anos de dados dizemNo total, a bolsa americana em reais ganhou da brasileira. Mas o vencedor trocou de lado a cada cinco anos, e parte do ganho veio do dólar.Ler o artigoBDR é a mesma coisa que a ação lá fora?Comparei o BDR da Apple com a ação nos EUA por quase 11 anos. Ele seguiu a ação vezes o dólar, quase centavo por centavo. E é aí que mora o detalhe.Ler o artigoDólar como proteção: quando funcionou (e quanto custou)Nas três grandes crises desde 2008, o dólar subiu enquanto a bolsa caía. No resto do tempo, ficar parado nele rendeu menos da metade do CDI.Ler o artigoBitcoin na régua: onde a tendência perdeu de segurarTestei a régua mensal no bitcoin desde 2015. Ela rendeu menos que segurar e cortou pouco da pior queda. O porquê ensina mais do que se tivesse ganhado.Ler o artigoO CDI é o adversário: todo resultado deve ser comparado com eleEm 20 anos, o Ibovespa rendeu +8,1% ao ano e o CDI +10,2%. Lucro que perde do dinheiro parado não é lucro. É custo.Ler o artigoOuro: proteção ou só brilho?Em reais, o ouro rendeu +14,9% ao ano em 20 anos e nunca caiu mais que 25%. Mas uma parte desse brilho veio do dólar, não do metal.Ler o artigo
Histórias do mercado
OGX: do sonho ao zeroUma petroleira sem petróleo subiu 711% em dois anos e depois foi a zero. A régua mensal virou dois meses depois do topo, com −10%.Ler o artigoMagalu: a maior alta e a maior quedaA ação multiplicou cerca de 750 vezes em pouco mais de cinco anos e depois devolveu 98%. A régua virou em abril de 2021, com −21% desde o topo.Ler o artigoAmericanas: quando o balanço menteAs inconsistências contábeis bilionárias só vieram a público em jan/2023. A régua mensal tinha virado para baixo em set/2021, com −25% desde o topo.Ler o artigoPetrobras 2008–2016: a gigante que caiu 87%A maior empresa do país perdeu 87% do topo de maio de 2008 ao fundo de janeiro de 2016. A régua mensal tinha virado em agosto de 2008, com −29%.Ler o artigoIRB: quando a queda é rápida demais para qualquer regraA IRB caiu 99% do topo. Quando a régua mensal virou para baixo, o papel já tinha perdido 78%. É aqui que a regra quebra, e o que sobra.Ler o artigoHering: a vencedora de +2.386% que virou −73%Deixar a vencedora correr tem um outro lado que quase ninguém conta: saber descer do barco quando a tendência vira. A Hering ensinou as duas coisas.Ler o artigoJoesley Day e a pandemia: os dias em que tudo caiuUm dia de −8,8% em 2017 e um mês de −47% em 2020. O que o pânico fez com a cabeça do investidor, e quanto tempo levou para o preço voltar.Ler o artigo"O Brasil decolou": a capa, o otimismo e os seis anos seguintesEm 2009, o Cristo Redentor virou foguete na capa de uma revista estrangeira. Nos seis anos seguintes, o Ibovespa caiu 37% e só voltou em 2017.Ler o artigo
Vinícius RosaCriador do Quantor. 20 anos de bolsa, engenheiro e programador, autor de O Investidor de Fluxo.siga no Instagram · @viniciusrosa_88 ↗Conteúdo educacional. Os números vêm da base própria do Quantor e descrevem o que aconteceu, não prometem o que vai acontecer.
O conteúdo do Quantor tem caráter informativo e educacional e não constitui recomendação de compra ou venda. Decisões de investimento são de responsabilidade exclusiva do investidor.