Os métodos famosos testados
Bazin, Graham, Greenblatt, Piotroski, Buffett, Lynch, Dogs, CAN SLIM, small caps e dividendos crescentes: a regra de cada um, rodada na B3 inteira, com as empresas que quebraram de volta na conta.
Uma aula por método famoso: quem é o autor e o que ele ensinou, a regra exata que testamos e as variantes, o resultado na base histórica da B3 sem viés de sobrevivência (fundamentos na data em que chegaram à CVM, desde 2011; preço e proventos desde 2006), com e sem a trava do Ibovespa, bloco a bloco contra o CDI e o Ibovespa, o que aconteceu nos EUA quando testamos lá, o veredito honesto e o que dá para aproveitar. Só um método passou no critério completo do Laboratório, e a aula do CAN SLIM mostra por que nem ele está provado.
As aulas
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Bazin e o preço-teto de 6%, testado na B3A regra mais repetida do investidor de dividendos brasileiro, rodada de 2006 a 2026 com as empresas que saíram da bolsa. Ela bateu o CDI e o Ibovespa com folga. E parou de funcionar em 2020.7 min · texto completo aberto - 02
Graham na B3: o investidor defensivo e o Número de GrahamOs sete critérios do pai do value investing e a fórmula que ficou famosa com o nome dele, testados de 2011 a 2026. Um virou a carteira mais estável desta trilha. O outro empatou com o CDI.7 min · texto completo aberto - 03
A fórmula mágica de Greenblatt, testada na B3Empresa boa a preço baixo, escolhida por uma conta de duas linhas. Na B3, de 2011 a 2026, a fórmula perdeu do CDI e quase empatou com um sorteio. Com a trava do Ibovespa, o retorno quase dobrou.6 min · trecho aberto - 04
Piotroski e o F-score: a nota que separa o barato do quebradoNove perguntas simples sobre o balanço, feitas só às ações mais baratas da bolsa. Na B3, a nota transformou uma carteira que perdia dinheiro numa que bateu o CDI. Mas quase todo o ganho morou em cinco anos.7 min · trecho aberto - 05
Buffett em números: por que a regra falhou na B3Rentabilidade alta por cinco anos, margem gorda, pouca dívida e preço razoável. Na B3, esses critérios deram o pior resultado entre os mestres, abaixo até de um sorteio. No S&P 500, quase empataram com o índice.7 min · trecho aberto - 06
Lynch e o PEG: a ação que quase nunca apareceCrescimento a preço razoável é uma das ideias mais populares da bolsa. Na B3, a regra do PEG de Peter Lynch quase nunca achou ação, e em média 70% do dinheiro ficou no CDI. A versão mais solta rendeu mais, com uma queda de 44%.6 min · trecho aberto - 07
Dogs do Ibovespa: a carteira de janeiroTodo começo de ano, as 10 maiores pagadoras do índice, e nada mais até o ano seguinte. A versão brasileira dos famosos Dogs of the Dow bateu o Ibovespa em 20 anos, mas perdeu do índice de dividendos e rendeu menos a cada bloco.6 min · trecho aberto - 08
CAN SLIM: o único que passou (e por que ainda pode ser sorte)O método de William O'Neil junta lucro acelerando, ação perto da máxima e mercado em alta. Foi a única de 64 carteiras populares testadas a passar no critério completo dos testes do Quantor. E mesmo assim não dá para dizer que não foi sorte.7 min · trecho aberto - 09
Small caps: a família que mais perdeu"As pequenas crescem mais" é uma das frases mais repetidas da bolsa. Com as empresas que quebraram de volta na conta, comprar as menores da B3 transformou R$ 1.000 em R$ 267 entre 2011 e 2026.6 min · trecho aberto - 10
Crescimento de dividendos, aristocratas e a carteira de BarsiComprar quem aumenta o dividendo todo ano é a estratégia de renda mais admirada do mundo. Na B3, empatou com o índice de dividendos; os "aristocratas" quase não existem por aqui. A regra que passou foi a mais simples, inspirada em Luiz Barsi.7 min · trecho aberto
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