Avançado · fase 8
criador do Quantor · professor da AcademyProf. Vinícius RosaCriou o Quantor para ajudar as pessoas a investirem melhor. Trader há 20 anos, engenheiro e programador, autor de O Investidor de Fluxo.
Os mestres, aplicados à B3
Graham, Buffett, Greenblatt, Marks, Lynch — com números brasileiros.
Resumos densos dos livros que formaram os melhores investidores, cada um testado contra o que a B3 mostrou nos últimos 20 anos.
As aulas
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Graham na B3: o "barato" que perde do CDIGraham media a margem de segurança contra o título de boa qualidade. Aqui esse título é o CDI, e desde 1998 ele ganhou do Ibovespa em 64% das janelas de dez anos. O P/VP baixo que parece barganha quase sempre é ROE baixo.5 min · texto completo aberto - 02
Buffett na B3: o preço justo aqui é outroEmpresa maravilhosa a preço justo, sim, mas o preço justo depende do juro. A WEG multiplicou por 12,6 desde 2008; quem a comprou em janeiro de 2021 ganhou 22% em quase seis anos, enquanto o CDI rendeu 85%.4 min · texto completo aberto - 03
Greenblatt na B3: a fórmula que quase ninguém aguenta seguirRanquear retorno sobre o capital e preço ao mesmo tempo é simples. O difícil é o que a lista mostra: em setembro de 2026, as 20 primeiras da fórmula tinham caído 4,6% em 12 meses, e só 25% estavam em alta na régua.4 min · trecho aberto - 04
Marks na B3: o pêndulo não avisa quando viraHoward Marks não prevê o mercado, mede a temperatura. No Ibovespa desde 1996, comprar mais de 30% abaixo do recorde rendeu +34% no ano seguinte, na mediana; perto do recorde, +10%. Mas em 2001 a mesma regra perdeu 20%.4 min · trecho aberto - 05
Lynch na B3: o múltiplo só significa algo depois da categoriaPeter Lynch separava as empresas em seis tipos antes de olhar qualquer número. Na B3, 39 de 147 ações líquidas multiplicaram por dez desde 2006, mas a mediana delas caiu 51% no caminho. E a Magazine Luiza mostra o que acontece quando a categoria muda.4 min · trecho aberto - 06
Fisher: o balanço é de todos, a conversa nãoPhilip Fisher mandava pesquisar a empresa por fora do balanço e vender "quase nunca". Nos dados da B3, ter dobrado de preço não disse nada sobre os três anos seguintes. E a IRB mostra o que acontece quando falta o único ponto que Fisher punha acima dos outros.4 min · trecho aberto - 07
Taleb na B3: o que a conta de risco não mostra é o que te quebraDesde 2000, o Ibovespa teve 21 dias de queda maior que quatro desvios. A curva normal, base da maioria das contas de risco, previa 0,2. A defesa de Taleb não é prever o próximo dia ruim, é não estar inteiro nele.4 min · trecho aberto - 08
Kahneman na B3: a tela ao vivo fala com o seu pior sistemaO Sistema 1 vê uma ação que caiu metade e conclui "está barata". A taxa-base da B3 diz outra coisa. Das ações líquidas que caíram 50% em 12 meses desde 2006, só 34% voltaram ao preço de antes em até 3 anos, e 33% caíram outros 50%.4 min · trecho aberto - 09
O All Weather não atravessa a fronteiraRay Dalio desenhou uma carteira para todos os climas num país onde o caixa rende quase nada. Em reais, de 1999 a 2026, dividir o dinheiro em quatro pernas cortou a pior queda de 52% para 10%, mas rendeu 10,7% ao ano contra 12,2% do CDI.4 min · trecho aberto - 10
Bogle na B3: o índice tem um rival que lá não existeJohn Bogle provou que custo baixo é a única vantagem garantida. Na B3 ele continua certo, mas segurar o BOVA11 de 2009 a 2026 rendeu 8,0% ao ano, contra 9,9% do CDI. A régua mensal melhorou o caminho, não o destino.4 min · trecho aberto
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