Edição especial
criador do Quantor · professor da AcademyProf. Vinícius RosaCriou o Quantor para ajudar as pessoas a investirem melhor. Trader há 20 anos, engenheiro e programador, autor de O Investidor de Fluxo.siga no Instagram · @viniciusrosa_88 ↗
A mecânica da B3 e os eventos
A mecânica da B3 e os eventos
A mecânica da B3 e os eventos
As aulas
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Unit, BDR, FII e ETF: quatro coisas que não são açãoTAEE11, AAPL34, HGLG11 e BOVA11 aparecem na mesma tela, com o mesmo gráfico. Nenhum deles é uma ação comum, e cada um pede números diferentes para ser lido e um lugar diferente na carteira.11 min · trecho aberto - 02
Tag along, free float e controlador: o direito que só vale num diaPETR3 e PETR4 são a mesma empresa e têm preços diferentes. A diferença é o mercado cobrando pelo voto, pela liquidez e pelo que acontece com cada ação no dia em que o controlador decide sozinho.11 min · trecho aberto - 03
Fluxo da B3: o dado que todo mundo lê atrasadoO boletim que diz quem comprou e quem vendeu na bolsa chega dois pregões depois e soma zero todo dia. Ele conta com precisão quem ficou do outro lado e não diz nada sobre o mês seguinte.11 min · trecho aberto - 04
Vencimento de opções: o dia de muito volume e pouca notíciaToda terceira sexta-feira do mês, o giro das maiores ações da B3 sobe 20% a 50% acima do normal, e o Ibovespa anda menos que num dia comum. Volume por obrigação de calendário não é convicção, e não é motivo para mexer na carteira.10 min · trecho aberto - 05
Focus e Copom: o consenso que ninguém lê direitoO boletim Focus é a mediana do que cerca de 140 instituições esperam, e o mercado já negocia em cima disso antes de você ler. Em 25 anos, a Selic de fim de ano errou a previsão de janeiro por 2,25 pontos na mediana. A informação útil está na distância entre o Focus e a curva, e no tamanho da discordância.12 min · trecho aberto - 06
IPO e follow-on: os negócios em que o vendedor escolhe o diaNa estreia e nas ofertas seguintes, você compra de quem conhece a empresa por dentro, num mês e num preço que ele escolheu. E o desconto da oferta é o menor preço que o vendedor aceitou, não o valor da ação.12 min · trecho aberto - 07
OPA: o prêmio que congela o papelDepois do anúncio, a ação para de responder ao mercado e passa a responder a um número escrito num contrato. A régua continua calculando e continua parecendo ótima, mas deixa de medir tendência: o papel virou uma aplicação com prazo e risco de evento.12 min · trecho aberto - 08
Direito de subscrição: o ativo que vira pó por omissãoO direito entra na sua custódia com prazo curto e, no último dia, vale zero. Quem não faz nada não fica neutro: fica diluído e sem a compensação, e a carteira perde peso numa posição sem você ter decidido isso.11 min · trecho aberto - 09
Grupamento: o preço muda, o valor nãoJuntar ou dividir ações não muda um centavo do seu patrimônio. Mas um gráfico que esquece o evento mostra um salto que nunca aconteceu, e a decisão de agrupar quase sempre conta uma história que o evento em si não conta.11 min · trecho aberto - 10
Recompra: o dividendo que ninguém declarouQuando a empresa compra as próprias ações, a sua fatia cresce sem você fazer nada. Mas, ao contrário do dividendo, a recompra só cria valor se o preço pago for bom, e programa anunciado não obriga ninguém a comprar.11 min · trecho aberto - 11
Fusão e RJ: o acionista é o último da filaNa fusão, você troca de papel sem escolher o preço. Na recuperação judicial, vira dono do que sobrar. Nos dois casos a decisão é de outros, e o único controle que fica com você é o tamanho da posição.12 min · trecho aberto
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