Brasil × EUA: o que funciona onde
A regra que rendeu +26,8% ao ano na B3 perdeu do S&P 500 na prova cega. A trava que ajudou aqui custou 5 pontos por ano lá. O que muda de um mercado para o outro.
Quatro aulas com os Laboratórios B3 e EUA do Quantor (S&P 500 reconstruído com as 1.303 empresas que passaram pelo índice desde 1991, fundamentos da SEC na data de entrega, prova cega): por que o S&P 500 é tão difícil de bater em 2011–2026 (46 de 59 regras de fundamentos perderam); a década das gigantes (índice × peso igual, e os 35 anos em que a ação típica ganhou); onde o método da casa funciona e por quê (B3 × EUA, o IQ nos anos 90, o juro do caixa); e a proteção no mercado americano (trava, dual momentum, média de 10 meses e controle de volatilidade: custo × corte de queda). Só resultados, nenhum preço bruto de ação americana.
As aulas
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Por que o S&P 500 é tão difícil de baterMontamos o S&P 500 com as empresas que saíram dele e fizemos 120 testes de 1991 a 2026. Na prova cega, o índice da casa perdeu por 2,3 pontos por ano, e 46 de 59 regras de fundamentos perderam por mais de 1 ponto.6 min · texto completo aberto - 02
A década das gigantes: o índice contra a ação típicaEm 2023 e 2024, o S&P 500 abriu mais de 12 pontos por ano sobre a versão com todas as ações de mesmo peso. Mas em 35 anos, o peso igual ganhou. A vitória das gigantes é recente.5 min · texto completo aberto - 03
Onde o método funciona, e por quêA mesma conta que rendeu +26,8% ao ano na B3 perdeu do S&P 500 na prova cega. Nos EUA dos anos 90, ela rendia quase o dobro do índice. O que mudou foi o mercado, não a conta.6 min · trecho aberto - 04
Proteção no mercado americano: quanto custa cortar a quedaEm 35 anos de S&P 500, proteger a carteira custou de 0,6 a 2,1 pontos por ano e cortou a pior queda pela metade. De 2011 para cá, custou 4 a 5 pontos. E em 2020, a proteção mais famosa caiu mais que o índice.6 min · trecho aberto
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